Digital Fuel Twin: tecnologia Bosch leva inovação às frotas com software que med ...

18.06.2025

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Sistemas Powertrain

Digital Fuel Twin: tecnologia Bosch leva inovação às frotas com software que med ...

Stuttgart, Alemanha – Ao redor do mundo, as frotas de veículos podem ser uma das principais fontes de emissões de dióxido de carbono, especialmente no caso de transportadoras e empresas de logística, dessa forma, optar pelo uso de combustíveis sintéticos renováveis pode reduzir significativamente essa pegada de carbono. Porém, o grande desafio é documentar isso, por exemplo, para relatórios de sustentabilidade. É exatamente aí que entra o Digital Fuel Twin da Bosch: solução de software, integrada ao veículo, que registra o uso de biocombustíveis ou combustíveis chamados “verdes” e documenta a redução das emissões de carbono.“O Digital Fuel Twin da Bosch torna fácil para as empresas provar que estão usando combustíveis sintéticos renováveis. Ele fornece uma prova auditável das quantidades e da pegada de carbono do combustível usado pelo veículo, que pode ser usada em seus relatórios.”, afirmaThomas Pauer, presidente da divisão Power Solutions da Bosch. Dessa forma, as empresas não apenas cumprem com as obrigações de relatórios cada vez mais exigentes, mas também podem documentar sua consciência ambiental. O software está sendo usado pela primeira vez no Tour d’Europe - um rali que percorre diversas cidades da Europa, até Bruxelas, com uma frota de carros e caminhões com motores a combustão, que será reabastecida exclusivamente com combustíveis sintéticos renováveis em postos de combustíveis públicos. Um outro campo de aplicação para o Digital Fuel Twin seria concebível no eventual cenário em que se tornasse possível reclassificar veículos com motores de combustão como veículos de emissão zero, caso eles usassem apenas combustíveis sintéticos renováveis. A União Europeia pretende analisar essa opção ainda em 2025. O plano atual do bloco, que começa em 2035, é multar todos os fabricantes de veículos a combustão em um nível tão alto que não seja mais economicamente viável vendê-los. “Os combustíveis sintéticos renováveis devem ser parte da solução. Essa é a única maneira de atingir as metas climáticas no setor de transportes. Se a UE decidir a favor da reclassificação, o Digital Fuel Twin pode ser uma ferramenta importante para implementar isso.”, diz Pauer. Registros puramente digitais, verificações de documentação reais O novo software da Bosch permite o rastreamento confiável de todas as propriedades relevantes para o clima de um combustível: desde a produção, passando por todos os estágios da cadeia de suprimentos, até o posto de abastecimento e o veículo. Para começar, os fabricantes de combustíveis sintéticos renováveis informam à Bosch a quantidade que venderam, para quem e qual é a pegada de carbono do combustível. As empresas de transporte, por sua vez, informam a quantidade de combustível que compraram e quando. O Digital Fuel Twin compara esses dados. Se o tempo e a quantidade coincidirem nos registros das empresas e com os dados registrados da bomba e do sensor das interfaces de transferência, as propriedades do combustível (o tipo, sua quantidade de CO₂ e o potencial de redução) são transmitidas na cadeia de suprimentos. Qualquer carbono emitido durante o transporte adicional é reatribuído ao combustível – o que significa que, quanto menores as distâncias, melhor para o clima, já que o sistema da Bosch monitora cada etapa da cadeia: da produção ao uso no veículo. Finalmente, no posto de combustível, um “aperto de mão digital” - uma troca de dados entre o posto, o veículo e a nuvem - documenta exatamente a quantidade e o tipo que foi comprado. A identificação é realizada usando, por exemplo, um sistema de gerenciamento de frota. Esse banco de dados fornece aos usuários do Digital Fuel Twin informações confiáveis sobre os valores de CO₂ do combustível usado, bem como uma prova auditável do uso. Os dados são sempre mapeados digitalmente como um gêmeo virtual em um data room protegido na nuvem. A solução de software da Bosch pode ser usada em carros, caminhões e ônibus, mas também em veículos de construção e até mesmo em navios. O Digital Fuel Twin está atualmente em fase de testes, em colaboração com diversos participantes ao longo de toda a cadeia de suprimento de combustíveis, a confiabilidade e a segurança do sistema estão sendo testadas junto com esses parceiros e com fabricantes de veículos e, até agora, o software tem sido instalado de forma retroativa nos veículos. No futuro, no entanto, o plano é integrá-lo diretamente à eletrônica do veículo como um módulo puramente de software, garantindo assim o uso à prova de fraudes de combustíveis sintéticos renováveis em nível individual de cada veículo. “Esperamos que o Digital Fuel Twin esteja presente em veículos de produção já em 2026”, afirma Pauer. Etanol como aliado da mobilidade sustentável: CO₂ Tracking no Brasil No Brasil, a Bosch desenvolveu, em 2023, uma solução complementar, voltada especificamente para mensurar o uso de biocombustíveis no veículo: o CO₂ Tracking, tecnologia de conectividade que monitora em tempo real as emissões dos veículos e calcula a quantidade de dióxido de carbono que deixou de ser emitida com o uso do etanol, em comparação à gasolina. Por meio de sensores já presentes no veículo e de um dispositivo conectado, são coletadas informações sobre o combustível utilizado e o consumo. Esses dados são enviados para a nuvem via internet móvel e processados com o uso de cloud computing, resultando em uma estimativa precisa da economia de carbono. Além de fornecer transparência e dados auditáveis, a solução visa conscientizar o consumidor sobre os impactos positivos da sua escolha, incentivando o uso de biocombustíveis e contribuindo para a redução da pegada de carbono no transporte individual e nas frotas. O etanol, produzido a partir da cana-de-açúcar, é reconhecido mundialmente por sua baixa pegada de carbono. Com o CO₂ Tracking, a Bosch oferece ao mercado uma ferramenta que, além de evidenciar esse benefício ambiental, pode apoiar iniciativas futuras voltadas à certificação de créditos de carbono. A Bosch é pioneira e referência em tecnologias para veículos movidos a biocombustíveis. A criação da tecnologia Flex-Fuel pela Bosch no Brasil, há mais de 20 anos, ajudou o país a se posicionar entre aqueles que possuem os menores índices de emissões de CO₂. Também contribuíram para isso a ampla disponibilidade de etanol no Brasil e o fato de o país possuir uma matriz energética predominantemente renovável. Desde o lançamento dos carros Flex, o uso de etanol já evitou que mais de 800 milhões de toneladas de CO₂ fossem lançadas na atmosfera (Fonte: UNICA). Para efeito semelhante na natureza seria necessário cultivar aproximadamente 5 bilhões de árvores pelos próximos 20 anos. Atualmente, vários outros países no mundo – com destaque para Estados Unidos, França e Suécia – já utilizam o etanol misturado a um combustível de origem fóssil, em diferentes proporções.

Conectividade na mobilidade do futuro é tema da Bosch na Intermodal 2023

28.02.2023

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Sistemas Powertrain

Conectividade na mobilidade do futuro é tema da Bosch na Intermodal 2023

Campinas – A Bosch estará presente na Intermodal South America 2023, evento de logística, transporte de cargas e comércio exterior, apresentando soluções para o futuro da mobilidade. Líder em inovação, a empresa levará ao evento tecnologias voltadas à transformação da mobilidade que nos move , concentradas em quatro megatendências: conectividade, eletrificação, automação e personalização. Karine Bauer, especialistas em Serviços Digitais em Powertrain e José Pereira, responsável por Serviços de Conectividade, apresentarão painéis sobre ‘A conectividade na mobilidade do futuro’ nos dias 28/02 e 1°/03, respectivamente, abordando as soluções da Bosch sobre o tema.Durante o evento, a empresa destaca sua nova solução para gestão de frotas, a Telemetria para Caminhões , que tem como objetivo facilitar a operação dos gestores, fornecendo informações transparentes e na hora certa, além de recomendações que podem auxiliar a reduzir custos operacionais. Isso não só ajuda a economizar, mas também fornece ferramentas necessárias para a tomada de decisões mais seguras e precisas durante a operação logística. Também faz parte do portfólio da Bosch uma tecnologia de aquisição de dados de veículos que auxilia equipes de engenharia a trabalhar com mais precisão e eficiência, economizando tempo e dinheiro . Além de atender a diferentes fases do desenvolvimento de produtos permite a coleta de dados dos veículos e seu envio à nuvem, via rede 4G. A conectividade abre novas oportunidades para desenvolver e melhorar veículos e serviços de mobilidade, o que a torna mais segura, eficiente e conveniente. É por isso que a Bosch conecta sistemas e serviços dentro e fora dos veículos, transformando-os em soluções inteligentes para mobilidade. Serviço Intermodal South America 2023 Data: 28 de fevereiro a 2 de março de 2023 Horário: 13h às 21h Onde: São Paulo Expo - Rod. dos Imigrantes, s/n - Km 1,5 - Vila Água Funda, São Paulo/SP Site: https://www.intermodal.com.br/

 Bosch no Congresso SAE 2022

24.11.2022

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Bosch no Congresso SAE 2022

Campinas – A Bosch estará presente no Congresso SAE 2022 com tecnologias voltadas para transformar a mobilidade que nos move. Gastón Diaz Perez, presidente da Bosch América Latina, participará do painel dos CEOS com o tema “O caminho para o futuro da mobilidade – a visão do C-level”. Ao lado de outros executivos, Gastón irá debater sobre o papel da liderança no processo fundamental de transição energética para a descarbonização da mobilidade. O painel ocorrerá em 25 de novembro, às 17h45, no auditório SAE Brasil, no Pavilhão da Bienal. Ainda no primeiro dia de evento (24), às 11h30, ocorrerá o painel SAE 4MOBILITY com o tema “Indústria e academia juntas pela mobilidade. Retro perspectiva de cinco anos do Rota 2030”. O gerente de Inovação Powertrain da Bosch, Fernando Junior, é um dos convidados confirmados para o debate.Gameficação O futuro da mobilidade passará necessariamente pela internet o que leva a indústria automotiva a dois desafios: desenvolver carros ainda melhores e aprimorar os fluxos nos grandes centros urbanos, onde o volume total de tráfego deve triplicar nos próximos anos. Diante desse cenário, a Bosch vem atuando fortemente no desenvolvimento de sistemas powertrain modernos, eletrificação, automatização e conectividade para que a mobilidade das pessoas ocorra de forma ampla, segura e integrada. Visto isso, os visitantes poderão conferir todas as soluções Bosch para o presente e futuro da mobilidade por meio de um jogo interativo. No estande, a multinacional alemã irá apresentar um game para promover a interação e o conhecimento sobre as soluções Bosch e seus benefícios para uma mobilidade conectada, autônoma, segura, sustentável e personalizada. Em clima de futebol, foi criado um jogo sobre a mobilidade em formato de perguntas e respostas que pode ser jogado em duplas que, além de trazer mais conhecimento, garantirá prêmios para quem mais acertar. CTVI O moderno Centro de Testes Veiculares de Iracemápolis, consórcio entre Bosch e Mercedes-Benz, também estará em exposição no estande. Com cinco pistas para desenvolvimento de segurança veicular, eficiência energética e novas tecnologias de assistência ao condutor, além de testes em veículos de passeio, o local vai permitir diferentes aferições em veículos comerciais leves, pesados e máquinas agrícolas. O novo campo de provas, que estará disponível ao mercado, está em fase final de obras e a previsão de inauguração é no primeiro semestre de 2023. Exposição Técnica No estande da Bosch no evento, os participantes poderão conhecer algumas das tecnologias voltadas para a mobilidade. Como o Jet Wiper , um sistema inovador de jato de água inteligente. Na nova versão, os bicos de pulverização estão integrados no braço do limpador, o que melhora a visão do motorista durante o processo de limpeza e reduz a quantidade de fluido de lavagem necessária em até 50%. Por meio de um Active Display, a Bosch apresentará soluções tecnológicas para os motores a combustão modernos, híbrido flex, eletrificação e serviços na área de engenharia (Connected Powertrain Services), como o Vehicle Data Acquisition que apoia as equipes de engenharia desde o hardware de aquisição de dados até a ferramenta de visualização de dados quase em tempo real. O Vehicle Data Acquisition traz mais agilidade, precisão e eficiência no desenvolvimento dos projetos, já que os dados são coletados dos veículos usando o CAN e enviados para uma nuvem por meio de uma rede 4G. Os participantes do evento poderão conferir ainda a Multi Purpose Camera 3 (MPC3) , câmera frontal com combinação de algoritmos clássicos de visão computacional de ponta e métodos de inteligência artificial que permitem a detecção altamente confiável de objetos e sinalizações. O amplificador de força eletromecânico inteligente e independente de vácuo, iBooster , também será destaque no estande. Essa tecnologia dispensa o uso da bomba de vácuo ou vácuo do motor, reduz a distância de parada em uma frenagem de emergência e pode contribuir para a redução de consumo de combustível do veículo. O iBooster ainda faz parte do sistema de frenagem cooperativa regenerativa da Bosch, que utiliza a energia cinética dissipada nas frenagens para recarregar as baterias de carros elétricos e híbridos Metaverso na Mobilidade Com apoio da Bosch e outras empresas, será realizado pela SAE Brasil o desafio Jump Start, uma competição estilo Hackathon/Ideathon, usando metodologias ágeis e Design Thinking, desenvolvendo a temática Metaverso da Mobilidade. Com duração de 16 horas, o desafio será realizado nos dias 26 e 27 de novembro, durante o Congresso, e podem participar estudantes de qualquer curso de todo o Brasil sendo, o único critério, ter acima de 16 anos. Mais informações e inscrições aqui. Serviço: Congresso SAE 2022 Data: de 24 a 27 de novembro Local: Pavilhão da Bienal - São Paulo-SP Site: Congresso | SAE BRASIL

Bosch apresenta soluções no SIMEA 2022

11.08.2022

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Bosch apresenta soluções no SIMEA 2022

Campinas – A Bosch estará presente no Simea 2022 (Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva), programado para acontecer nos dias 18 e 19 de agosto, no Expo Center Norte Centro de Convenções, em São Paulo (SP). A 19ª edição do evento tem como tema “A contribuição da cadeia automobilística na descarbonização” e profissionais da Bosch apresentarão diferentes conteúdos em quatro painéis técnicos.Em ‘Emissões e poluentes veiculares’, a proposta é demonstrar a instrumentação veicular em testes homologados para avaliar redução de consumo de combustível e emissão de CO2 com a implantação de um servo-freio eletromecânico. Na sessão ‘Gerenciamento de energia e powertrain avançados’ será feita uma análise de técnicas de machine learning aplicadas ao reconhecimento de padrões em arquivos de áudio contendo sons de motores a diesel capturados a partir de um smartphone. Já a apresentação ‘Dinâmica e controle veicular’ irá explorar os benefícios dos veículos híbridos 48V no contexto do mercado brasileiro. E, no painel ‘Segurança passiva e integral’ será apresentado uma síntese sobre a história, o funcionamento, as normas e regulações no cenário mundial e, por fim, irá analisar os potenciais do mercado brasileiro para os sistemas de monitoramento de cansaço e fadiga. Informações detalhadas sobre os dias e horários de cada tema em: SIMEA 2022. O Simea é um evento anual realizado há mais de 35 anos pela AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, que tem como principal objetivo a busca e apresentação de estratégias, soluções, técnicas e inovações para a mobilidade.

Bosch atinge o marco de produção de três milhões sistemas FlexStart® no Brasil

13.10.2021

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Sistemas Powertrain

Bosch atinge o marco de produção de três milhões sistemas FlexStart® no Brasil

Campinas – Neste ano, a Bosch atingiu a marca de três milhões de sistemas FlexStart® produzidos em seu centro de competência global em sistema Flex Fuel localizado em Campinas. O sistema, lançado há mais de dez anos, veio como uma solução tecnológica para acabar com a necessidade do uso da gasolina durante a partida a frio de veículos Flex Fuel abastecidos com etanol.A tecnologia, desenvolvida para proporcionar mais conforto ao motorista, dispensa o reservatório auxiliar de gasolina em veículos Flex Fuel e ainda garante mais desempenho e dirigibilidade ao aprimorar a resposta do motor na partida e pós-partida e proporcionar um desempenho maior e sem falhas. O FlexStart® é um sistema de gerenciamento eletrônico para aquecimento do combustível antes da injeção e permite a partida do motor em baixas temperaturas. Ao eliminar a necessidade de um reservatório, a tecnologia adiciona um distribuidor de combustível com câmaras de aquecimento e aquecedores, unidade de controle de aquecimento e um software com a estratégia de aquecimento na ECU, o que garante o monitoramento das condições do motor e da temperatura ambiente e controla a quantidade de etanol injetado. Além disso, ainda traz benefícios ambientais através da redução das emissões de poluentes, auxiliando os veículos a alcançarem as regulamentações Proconve L7 e L8.

Veículos híbridos ganham espaço no mercado brasileiro

08.09.2021

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Veículos híbridos ganham espaço no mercado brasileiro

Campinas – A motorização dos veículos está em constante desenvolvimento, assim como as novas tecnologias agregadas aos motores a combustão. A eficiência energética e o desempenho estão entre o foco das inovações e, nesse contexto, o carro híbrido vem ganhando popularidade em todo o mundo e no Brasil não é diferente, pois já existem alguns modelos circulando pelas ruas e estradas do país.A tecnologia híbrida envolve sempre a utilização de um motor a combustão associado a um ou mais motores elétricos, que podem operar simultaneamente ou de modo individual. O motor a combustão interna pode utilizar gasolina, etanol e, em alguns casos, o diesel. Dessa forma, o sistema reúne os pontos positivos de cada uma dessas fontes de energia. Os componentes da Bosch combinam o melhor de ambos: o motor elétrico com zero emissão e avançados sistemas que integram um motor a combustão. Isso faz com que esse powertrain seja uma solução sustentável eficiente, não apenas para a condução urbana, mas também para viagens mais longas. “Esse tipo de propulsão já deu um salto tecnológico com a introdução do híbrido flex, uma vez que este tipo de sistema, que trabalha com etanol e gasolina, pode perfeitamente atuar com o motor elétrico”, explica Alexandre Uchimura, gerente de novos negócios de eletrificação da divisão Powertrain Solutions da Bosch. Tal inovação permite que o veículo híbrido flex seja movido por três diferentes fontes de energia, trazendo mais autonomia para os usuários, que poderão utilizar a propulsão elétrica para trechos mais curtos e com infraestrutura de eletropostos, além de contarem com a liberdade de escolher com qual combustível abastecer ao percorrerem longas distâncias. “O veículo híbrido flex une o melhor dos dois mundos: uso da propulsão elétrica e um motor a combustão interna com combustível renovável de baixa pegada de carbono, que é o etanol. Essa solução atende a questão climática de maneira rápida e inteligente”, ressalta Uchimura. Visto que o Brasil é um grande produtor de etanol, a Bosch acredita que a hibridização flex é uma tendência no mercado nacional e, seguramente, automóveis com essa propulsão farão parte do portfólio das marcas no médio e longo prazo. Cabe ressaltar, entretanto, que a eletrificação do veículo é o futuro da indústria automotiva e a Bosch oferece soluções inovadoras tanto para veículos elétricos, híbridos e híbridos flex. Mais informações sobre como funcionam os carros híbridos

Bosch apoia a Volkswagen no desenvolvimento do primeiro caminhão brasileiro 100% ...

14.07.2021

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Sistemas Powertrain

Bosch apoia a Volkswagen no desenvolvimento do primeiro caminhão brasileiro 100% ...

Curitiba – A Bosch é uma das integrantes do e-Consórcio e parceira da Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) na produção e-Delivery, primeiro caminhão elétrico totalmente idealizado e produzido no mercado brasileiro. Para esse projeto, a Bosch desenvolveu uma unidade de controle veicular com maior poder de processamento e robustez para atender as necessidades da VWCO. O software base veio da Alemanha e para conseguir nacionalizar, levando em consideração todas as especificidades do mercado local e o prazo para desenvolvimento, a empresa contou com o conhecimento técnico de um time multifuncional de 30 engenheiros localizados no Brasil, Alemanha, Índia, Áustria e Vietnã.Os veículos comerciais com motorização elétrica, especialmente os de entregas, são uma excelente alternativa para o intenso "anda e para" do trânsito nos centros urbanos. Um caminhão de entrega, por exemplo, circula quase 100 quilômetros por dia nas cidades levando até 11 toneladas de peso bruto total. Além de um elevado poder de processamento, o componente fornecido pela Bosch também é responsável pelas funções da mobilidade na arquitetura eletroeletrônica do e-Delivery, além de fornecer as soluções de software embarcado para a eletrificação veicular. “Para a Bosch, além de participar desse protagonismo da mobilidade elétrica idealizada pela VWCO, esse projeto marca o início do fornecimento de produtos e serviços de engenharia para eletrificação. A partir de agora contamos com mais esse Know how para atender as demandas dos nossos clientes locais”, ressalta Alexandre Uchimura, gerente de novos negócios de eletrificação da divisão Powertrain Solutions da Bosch. Mais informações: www.bosch.com.br

31.03.2021

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Sistemas Powertrain

Bosch e Grupo PTV: aliança para melhorar a qualidade do ar

Stuttgart, Alemanha – A Bosch e o Grupo PTV, líder global do mercado de software para mobilidade e transporte, uniram forças para melhorar a qualidade do ar e reduzir as emissões provenientes do tráfego nas cidades. A nova parceria combina o know-how da Bosch em mensuração, modelagem e análise de dados com o conhecimento em planejamento e simulação de tráfego da PTV, a fim de fornecer às cidades ferramentas que possibilitem conciliar mobilidade e qualidade do ar de forma eficiente. Enquanto muitas localidades na Europa e ao redor do mundo estão enfrentando problemas com a poluição do ar, as duas empresas podem ajudar mais de dois mil clientes em potencial em mais de 120 países com essa solução inovadora.Dados precisos para gestão eficiente do tráfego O primeiro resultado da operação já foi implementado. Dados precisos de emissões da Bosch agora estão disponíveis no software de simulação de tráfego PTV Vissim . Eles são gerados por meio da plataforma da Bosch Air Quality , baseada em nuvem, que se fundamentam em informações detalhadas de tráfego. No PTV Vissim , os planejadores de cidade e tráfego podem imediatamente ver como as diferentes mensurações do trânsito, como o controle de sinal adaptado, podem afetar as emissões do veículo e a qualidade do ar. “Medidas que melhoram a qualidade do ar têm um papel importante, especialmente nas cidades. A implementação dessas ações requer dados precisos e simulações do tipo e propagação de emissões e imissões. Assim, nossa colaboração cria uma base para a melhoria da qualidade do ar a longo prazo, por meio do controle do tráfego, por exemplo”, diz Christian Stach, vice-presidente executivo da divisão de Powertrain Solutions da Bosch. “Ar com melhor qualidade é um fator vital quando se trata de criar áreas urbanas habitáveis e sustentáveis. Ao mesmo tempo, nossas cidades estão crescendo, com cada vez mais pessoas e mercadorias em movimento. Juntas, a Bosch e a PTV podem capacitar as cidades para tomarem decisões assertivas e melhorarem efetivamente a qualidade do ar”, afirma Christian U. Haas, CEO do Grupo PTV. Potencial para novos desenvolvimentos A Bosch e o Grupo PTV estão planejando outros desenvolvimentos inovadores que serão implementados em uma plataforma de dados compartilhada. As informações de emissões geradas por meio da inteligência artificial (IA) serão integradas a partir da nuvem da Bosch nas várias soluções de software da PTV. Além disso, um time de especialistas de ambas as empresas está trabalhando em um “painel da cidade” holístico, que permitirá aos usuários analisarem e visualizarem os dados de qualidade do ar em tempo real. Esse tipo de solução ajudará a tratar uma variedade de aspectos dentro do conceito de "cidade inteligente", como localização ideal das estações de recarga, soluções de mobilidade sustentável, transporte de mercadorias na última milha, entre outros.

03.11.2020

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Sistemas Powertrain

Bosch: a mobilidade do futuro precisa de células de combustível

Stuttgart, Alemanha – A eletromobilidade está ganhando cada vez mais velocidade, pois trata-se de elemento importante para a redução das emissões de CO2 provenientes do tráfego. Mas o quão econômico é operar caminhões de 40 toneladas por longas distâncias usando apenas energia elétrica da bateria. Considerando o peso da bateria, o tempo de recarga e o alcance limitado das tecnologias atuais, os sistemas powertrains a bateria não são a primeira escolha para esse tipo de veículo.Entretanto, até mesmo os caminhões de 40 toneladas poderão viajar mais de mil quilômetros de modo totalmente elétrico num futuro próximo. A chave para isso são as células a combustível da Bosch. Esse tipo de motorização permite o transporte de bens e de commodities com emissões neutras quando movido a hidrogênio produzido por meio de energia renovável. A Bosch está dando o primeiro passo nessa direção ao desenvolver um powertrain com células a combustível com foco inicialmente em caminhões. A empresa planeja iniciar a produção em 2022-2023. Assim que estiver consolidado nesse segmento, o powertrain movido a células a combustível da Bosch ganhará ainda mais espaço nos carros de passeio – tornando-se assim parte do portfólio de motorizações do futuro. Sete razões por que as células a combustível e hidrogênio são blocos estruturais da mobilidade de amanhã: 1) Neutralidade climática Na célula de combustível, o Hidrogênio (H2) reage com o oxigênio (O2) que vem do ar ambiente. A energia que essa reação libera é convertida em corrente elétrica, já o calor e água pura (H2O) são outros produtos resultantes dessa reação. O H2 é obtido usando eletrólise, no qual a água é separada em hidrogênio e oxigênio com o auxílio da eletricidade. A geração dessa eletricidade a partir de fontes renováveis torna as células a combustível totalmente neutras para o clima. Especialmente para veículos grandes e pesados, as células a combustível têm uma pegada de carbono melhor do que os powertrains exclusivamente a bateria se forem somadas as emissões de CO2 para produção, operação e descarte das mesmas. Tudo que os veículos com células a combustível precisam, além do tanque de hidrogênio, é uma bateria menor para armazenamento intermediário. Com isso, já há uma redução de carbono na produção. “As vantagens da célula de combustível vêm à tona nas áreas onde os powertrains à bateria não aparecem”, explica Dr. Uwe Gascktatter, presidente mundial da divisão Powertrain Solutions da Bosch. “Isto significa que não há competição entre as células a combustível e as baterias, na verdade, elas se complementam perfeitamente”. 2) Potencial de aplicações O hidrogênio tem uma alta densidade de energia. Um quilograma de hidrogênio contém a mesma quantidade de energia que 3,3 litros de diesel. Para viajar 100 quilômetros, um carro de passeio precisaria somente de um quilograma já um caminhão de 40 toneladas apenas sete. Da mesma maneira que o diesel ou gasolina, demoraria apenas alguns minutos para completar um tanque vazio de H2 e continuar a viagem. “As células a combustível são as primeiras escolhas para transportar grandes cargas por muitos quilômetros todos os dias”, destaca Gackstatter, resumindo as vantagens. No projeto H2Haul criado pela UE, a Bosch está atualmente trabalhando com outras empresas na construção de uma pequena frota de caminhões movidos a célula de combustível para colocá-los na estrada. Além das aplicações para mobilidade, a Bosch está desenvolvendo pilhas de células a combustível para aplicações estacionárias com tecnologia de óxido sólido ( solid-oxide fuel cell /SOFC). Essa solução poderá ser utilizada em pequenas estações de distribuição de energia em cidades, data centers e pontos de abastecimento para veículos elétricos. Se as metas firmadas no Acordo de Paris forem cumpridas, o hidrogênio será necessário não apenas para abastecer carros e veículos comerciais, como também trens, aeronaves e navios. Outras indústrias como de energia e aço também planejam fazer uso do hidrogênio. 3) Eficiência Um dos fatores decisivos para um powertrain eco-friendly e rentável é a sua eficiência, que nos veículos movidos a células a combustível isso é um quarto maior do que nos modelos com motores à combustão. Além disso, a recuperação da energia de frenagem aumenta ainda mais sua eficácia. Veículos elétricos a bateria, que podem armazenar eletricidade e usá-la para propulsão, são ainda mais efetivos. Entretanto, como a produção e demanda de energia nem sempre coincidem em tempo e localização, a energia elétrica gerada a partir do vento e do sol muitas vezes não são utilizadas, pois não encontram um consumidor e não podem ser armazenadas. Esse é um dos diferenciais do hidrogênio. O excedente pode ser utilizado para produzir energia de forma descentralizada, pronta para o armazenamento e transporte flexíveis. 4) Custos O custo do hidrogênio verde cairá consideravelmente quando a capacidade de produção aumentar e o preço da energia elétrica gerada a partir de fontes renováveis cair. O Conselho do Hidrogênio, uma associação com mais de 90 empresas internacionais, espera que os custos do hidrogênio caiam pela metade nos próximos 10 anos, tornando-o competitivo com outras tecnologias. A Bosch está atualmente trabalhando com a startup Powercell para desenvolver as células, o núcleo da célula do produto, com o intuito de torná-lo pronta para o mercado e a seguir iniciar a fabricação. A meta é disponibilizar uma solução de alta performance que possa ser fabricada a baixo custo. “A médio prazo, usar um veículo com células a combustível não será mais caro do que usar um powertrain convencional”, afirma Gackstatter. 5) Infraestrutura A rede atual de postos de abastecimento de hidrogênio ainda não oferece cobertura completa, mas os cerca de 180 pontos de abastecimento existentes na Europa já são suficientes para algumas importantes rotas de transporte. Empresas de vários países estão cooperando para acelerar a expansão, normalmente apoiadas por subsídios estatais. Também na Alemanha, os políticos também reconheceram a importância do papel do hidrogênio na redução do carbono na economia e têm apoiado a Estratégia Nacional de Hidrogênio. A H2 Mobilidade Joint Venture, por exemplo, construirá cerca de 100 postos de abastecimento de acesso ao público na Alemanha até o fim de 2020, enquanto o projeto H2Haul , financiado pela EU trabalha não somente em caminhões, mas também nos postos de abastecimento necessários para as rotas planejadas. O Japão, China e Coreia do Sul também têm programas de apoio similares. 6) Segurança O uso de hidrogênio gasoso em veículos é seguro. Os tanques de hidrogênio não apresentam risco de explosão. É verdade que o H2 queima com a combinação de oxigênio e que a mistura dos dois, além de uma certa proporção, é explosiva. O hidrogênio é quase 14 vezes mais leve que o ar e, portanto, extremamente volátil, ou seja, qualquer H2 que escape do tanque do veículo irá se expandir mais rápido do que possa reagir com o oxigênio ambiente. Durante um teste de flamabilidade realizado por pesquisadores dos EUA, em 2003, observou que a ignição se apagou rapidamente em um carro com células a combustível. O veículo permaneceu praticamente sem danos. 7) Tempo A produção de hidrogênio é um processo tecnologicamente simples e comprovado. Isso significa que a produção pode ser acelerada para atender demandas mais altas. Além disso, as células a combustível atingiram a maturidade tecnológica necessária para que possa ser comercializada e utilizada em larga escala. De acordo com o Conselho do Hidrogênio, a economia do hidrogênio pode se tornar competitiva nos próximos 10 anos, desde que haja investimentos suficientes e vontade política. “A hora para entrar na economia do hidrogênio é agora”, diz Gacksttter.

28.09.2020

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Sistemas Powertrain

Bosch e Weichai Power aumentam a eficiência dos motores a diesel para 50%

Stuttgart, Alemanha e Weifang, China – A Bosch e a fabricante chinesa de motores Weichai Power deram um grande passo em direção à tecnologia do futuro. Os parceiros estabeleceram uma nova referência mundial ao aumentarem para 50% a eficiência do motor a diesel da Weichai para veículos comerciais - atualmente, a eficiência térmica dos motores de caminhões é em torno de 46%. “Aumentando a eficiência em 4 pontos percentuais, alcançamos um novo marco mundial. Mesmo com quase 130 anos, o desenvolvimento dos motores a diesel é contínuo”, diz Dr. Volkmar Denner, presidente mundial do Grupo Bosch.Além do sistema de common-rail com pressão de injeção a 2.500 bar, a Bosch também contribuiu com o conhecimento técnico em sistemas de injeção de combustível. Quando se trata de veículos comerciais e, principalmente quando cargas pesadas precisam ser transportadas por longas distâncias, o motor a diesel continuará sendo a escolha preferida. Por essa razão, a Bosch e a Weichai pretendem continuamente aprimorar essa tecnologia com o objetivo de proteger o clima e o meio ambiente. Sistema common-rail Bosch no coração dos motores a diesel A Bosch e a Weichai iniciaram o desenvolvimento conjunto em setembro de 2018. “A Bosch ofereceu apoio importante na conquista sem precedentes de 50% de eficiência em motores a diesel para veículos comerciais. Estamos muito felizes em continuar nossa parceria de sucesso com a Bosch”, destaca Tan Xuguang, presidente do grupo Weichai. O sistema modular common-rail Bosch para o motor diesel de seis cilindros com 12,9 litros de cilindrada garante o fornecimento e injeção eficientes de combustível, elemento essencial para garantir que o motor esteja em conformidade com o padrão de emissões VI da China, equivalente ao Euro VI ou Proconve P8. O sistema common-rail Bosch pode ser usado para níveis de pressão de 1.800 a 2.500 bar e configurado para motores de até oito cilindros. As altas taxas de fluxo hidráulico do injetor tornam possível otimizar a estratégia de combustão e atingir alto desempenho do motor. Dependendo da demanda à qual estará sujeito, o sistema pode durar até 1,6 milhão de quilômetros. O sistema common-rail também é projetado para funcionar com um powertrain eletrificado. Caminhões ainda mais limpos, seguros e inteligentes A parceria entre a Bosch e a Weichai, maior fabricante de motores para veículos comerciais da China, é longa. Desde 2003 as empresas atuam juntas em diferentes empreendimentos, um dos quais é o fornecimento de motores a diesel mais potentes, ecológicos e eficientes para o mercado Chinês, além de células de combustível móvel e sistemas de assistência ao motorista. Ambas as empresas estão unidas por um objetivo comum: tornar os veículos comerciais mais limpos, seguros e inteligentes. A estreita parceria entre Bosch e a Weichai vai além das tecnologias automotivas – um exemplo é a indústria 4.0, levando conectividade e digitalização para as fábricas. Eletromobilidade e motores à combustão eficientes A Bosch visa tornar o transporte o mais sustentável possível em termos de recursos e busca de várias formas por uma mobilidade neutra em CO2 e livre de emissões. Em sua abordagem para o futuro, o fornecedor de tecnologia e serviços busca diferentes formas de atuação como, por exemplo, tornar-se líder no mercado da eletromobilidade para veículos movidos a baterias e células de combustível. Os veículos elétricos são neutros para o clima se a energia de recarga e o hidrogênio forem provenientes de fontes renováveis. Além disso, a Bosch está constantemente desenvolvendo tecnologias para tornar os motores a combustão mais eficientes de forma a combater o aquecimento global e proteger ao máximo o meio ambiente. Se funcionarem com combustíveis sintéticos renováveis (RSF/renewable synthetic fuels), os motores a gasolina e a diesel também podem ser neutros para o clima. A expectativa da Bosch é que em 2030, cerca de um terço de todos os veículos novos registrados em todo o mundo sejam puramente elétricos, porém dois terços deles ainda serão movidos por um motor de combustão, muitos deles como híbridos.

12.12.2017

Press release

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Consumidor brasileiro aponta câmera de ré como item importante

Campinas – A Bosch realizou uma pesquisa com usuários brasileiros para entender a importância dos sistemas de assistência de estacionamento. Segundo o levantamento, a câmera de ré é um dos itens mais desejados enquanto o sistema de estacionamento semiautomático é o menos lembrado. A metodologia levou em consideração o perfil de homens e mulheres maiores de 18 anos, que possuem veículo com algum tipo de sensor de estacionamento ou câmera de ré.Quando questionados quais os itens são importantes no momento de estacionar, a câmera de ré e o aviso sonoro de estacionamento foram os mais lembrados, seguidos por espelhos retrovisores externos, sensor de estacionamento com display que informa a distância em metros, espelho retrovisor com “tilt down”, sensor de estacionamento com imagem gráfica, espelho retrovisor interno e sistema de estacionamento semiautomático. Se tivessem que escolher apenas um dos recursos, 36% dos entrevistados escolheriam a câmera de ré exatamente pela possibilidade de visualizar a traseira do veículo no momento de estacionar. Outros 31% disseram preferir o sensor de estacionamento que contemple imagem e som, enquanto apenas 13% informaram que apenas o aviso sonoro seria o suficiente. Entre os acessórios que o usuário daria prioridade para instalar no pós-vendas caso não viesse como item de fábrica estão: câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, GPS, central multimídia com DVD, sensor de estacionamento dianteiro, banco de couro, parafuso antifurto de rodas, entre outros. A pesquisa também apontou que, mesmo junto aos usuários que têm mais de um sistema instalado, a câmera de ré é a mais utilizada no momento de manobrar. “Além de proporcionar mais conforto no momento de estacionar, os sistemas de assistência de estacionamento trazem mais segurança aos usuários, especialmente para aqueles que têm crianças, idosos ou animais em casa, pois os dispositivos alertam o motorista caso tenha alguém ou algum objeto atrás do veículo no momento da manobra”, destaca Glaucia Bueno, analista de marketing. Itens instalados no pós-vendas geram insatisfação A pesquisa também teve o objetivo de identificar o volume dos sistemas que vieram de fábrica e quais foram instalados no pós-vendas (concessionária ou oficina especializada). Mais de 70% dos entrevistados informaram que a câmera e o sensor de ré vieram instalados de fábrica, já o sensor de estacionamento dianteiro é item original de fábrica presente em 89% dos casos. A concessionária é o local mais procurado para instalação dos itens de assistência de estacionamento. Apesar disso, 30% dos entrevistados informaram que precisaram voltar ao local devido a problemas nos dispositivos, como imagem ruim, mal funcionamento ou até mesmo por prevenção (falta de confiança na instalação). Também foi identificado que 23% dos entrevistados já sofreram colisão pelo mau funcionamento da câmera ou do sensor de ré. A insatisfação com os sensores dianteiro e traseiro está atrelado ao som irritante ou muito alto, reconhecimento de obstáculos que não deveria ou a falta de reconhecimento dos mesmos. Já em relação da câmera, as queixas estão relacionadas à imagem ruim à noite, falta de nitidez, atualização lenta e ângulo de visão insuficiente. A pesquisa concluiu que, diante da importância dos sistemas de estacionamento para a segurança e conforto dos usuários, há uma parcela significativa insatisfeita com os dispositivos especialmente quando instalados no pós-vendas. “Sem dúvida, ter esses dispositivos como item de série podem minimizar essa percepção, visto a padronização na instalação e qualidade dos produtos”, conclui Glaucia. Mais informações sobre a Bosch: www.bosch.com.br